O FENÔMENO BULLYING E AS SUAS CONSEQÜÊNCIAS PSICOLÓGICAS
Prof. Dr. Sebastião Ribeiro de MendonçaPsicopedagogo Clinico
consulte curriculo lattes :currículo no sistema lattes: http://lattes.cnpq.br/2301433185808749
CONVITE PARA PALESTRAS
O FENÔMENO BULLYING E AS SUAS CONSEQÜÊNCIAS PSICOLÓGICAS
Sem termo equivalente na língua portuguesa, define-se universalmente o BULLYING, como “um conjunto de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, adotado por um ou mais alunos contra outro(s), causando dor, angústia e sofrimento”. Insultos, intimidações, apelidos cruéis e constrangedores, gozações que magoam profundamente, acusações injustas, atuação de grupos que hostilizam, ridicularizam e infernizam a vida de outros alunos, levando-os à exclusão, além de provocar danos físicos, psíquicos, morais e materiais, alguns, de forma irreversível; estas são algumas das manifestações do comportamento bullying.
O bullying é um conceito específico e muito bem definido, uma vez que não se deixa confundir com outras formas de violência. Isso se justifica pelo fato de apresentar características próprias, dentre elas, talvez a mais grave, seja a propriedade de causar “traumas” ao psiquismo de suas vítimas e envolvidos. Possui ainda a propriedade de ser reconhecido em vários outros contextos, além do escolar: nas famílias, nas forças armadas, nos locais de trabalho (denominado de assédio moral), nos asilos de idosos, nas prisões, nos condomínios residenciais, enfim onde existem relações interpessoais em um grupo.
Como Estudiosos do comportamento bullying entre escolares, identificamos e classificamos assim os tipos de papéis sociais desempenhados pelos seus protagonistas: “vítima típica”, como aquele que serve de bode expiatório para um grupo; “vítima provocadora”, como aquele que provoca determinadas reações contra as quais não possui habilidades para lidar; “vítima agressora”, como aquele que reproduz os maus-tratos sofridos; “agressor”, aquele que vitimiza os mais fracos; “espectador”, aquele que presencia os maus-tratos, porém não o sofre diretamente e nem o pratica, mas que se expõe e reage inconscientemente a sua estimulação psicossocial.
Trata-se de um problema mundial, encontrado em todas as escolas, que vem se disseminado largamente nos últimos anos e que só recentemente vem sendo estudado em nosso país. Em todo o mundo, as taxas de prevalência de bullying, revelam que entre 5% a 35% dos alunos estão envolvidos no fenômeno. No Brasil, através de pesquisas que realizamos, inicialmente no interior do estado de São Paulo, em estabelecimentos de ensino públicos e privados, com um universo de 1.761 alunos, comprovamos que 49% dos alunos estavam envolvidos no fenômeno. Desses, 22% figuravam como “vítimas”; 15% como “agressores” e 12% como “vítimas-agressoras”.
Segundo especialistas, as causas desse tipo de comportamento abusivo são inúmeras e variadas. Deve-se à carência afetiva, à ausência de limites e ao modo de afirmação de poder e de autoridade dos pais sobre os filhos, por meio de “práticas educativas” que incluem maus-tratos físicos e explosões emocionais violentas. Em nossos estudos constatamos que 80% daqueles classificados como “agressores”, atribuíram como causa principal do seu comportamento, a necessidade de reproduzir contra outros os maus-tratos sofridos em casa ou na escola. Em decorrência desse dado extremamente relevante, nos motivamos em pesquisas e estudos, que nos possibilitou identificar a existência de uma doença psicossocial expansiva, desencadeadora de um conjunto de sinais e sintomas, a qual denominamos SMAR - Síndrome de Maus-tratos Repetitivos.
O portador dessa síndrome possui necessidade de dominar, de subjugar e de impor sua autoridade sobre outrem, mediante coação; necessidade de aceitação e de pertencimento a um grupo; de auto-afirmação, de chamar a atenção para si. Possui ainda, a inabilidade de expressar seus sentimentos mais íntimos, de se colocar no lugar do outro e de perceber suas dores e sentimentos.
Esta Síndrome apresenta rica sintomatologia: como exemplo, temos os seguintes sintomas: irritabilidade, agressividade, impulsividade, intolerância, tensão, explosões emocionais, raiva reprimida, depressão, stress, sintomas psicossomáticos, alteração do humor e banalização pela vida que os fazem ter pensamentos suicidas. Tenho sempre denunciado que uma das causas principais do BULLYING, É oriunda do modelo educativo do comportamento ou modus vivendi, predominante em nossas escolas, que ao ser introjetado, na e pela criança na primeira infância, conseguentemente, ao mesmo tempo em que, se dissemina esse maléfico fenômeno no ambiente escolar, vai gerando novas e fazendo nascer novos ativistas do bullying em potencial.
Assim, sendo essas crianças repetidamente, por varias vezes consecutivas expostas ao estímulos agressivos, praticados pelos ativistas ou bullyings em potenciais, que são na maioria das vezes seus colegas de classe, fazem com que esse ambiente escolar ou da escola que não combatem esse mal, um ambiente impróprio para uma educação segura e próspera para seus filhos.
Os alunos ativistas ou bullyings em potenciais, com estes comportamentos, assim o fazem e procedem, de maneira praticamente alheia ao seu querer e a sua vontade, seus pensamentos, demonstram completamente aversivos ao seu psiquismo, e a criança os introjeta inconscientemente ao seu repertório comportamental que, transforma-se posteriormente em uma dinâmica psíquica “mandante” de suas ações e reações.
Dessa forma, a criança vítima, se tornará inconscientemente, predisposta a reproduzir a agressividade sofrida ou a reprimi-la, comprometendo, assim, seu processo de desenvolvimento social.
Um dos sérios problemas que estudei, é que, quando a criança vítima do bullying, introjeta essa forma de comportamento, de maneira digamos assim, bem recebida, isto é, praticamente aceitando como se brincadeira fosse, aqueles atos praticados pelos seus colegas, aquelas gozações sarcásticas, aqueles apelidos pejorativos e muitas vezes ofensivos, ela então, mesmo como vítima, passará a fazer parte ativamente daquele processo de disseminação do bullying, no ambiente daquela escola, se aliando aos bullyingnistas potenciais, aumentando assim, o ral dos ativistas do bullyings, que continuarão a fazerem novas vitimas e assim por diante, é um processo, que tende a aumentar continuamente.
Outro problema é com o aluno vitima do bullying, que sendo vitimado por ativistas do bullying, ele sofre a ação, más não a recebe como brigadeira e introjetando o sofrimento, não recebe de maneira lúdica as provocações, e fica sensibilizado e ferido no seu âmago, na sua alma, aí, a doença do bullying o afeta profundamente, demonstrando aquela série de sintomatologia já explicadas, a começar pelo isolamento, permanece cabisbaixo, fica chateado com tudo, perde o desejo de ir a escola, começa a tirar notas más, esse é mais perigoso , pois como veremos a seguir, esse aluno, será a verdadeira vítima do bullying, que terá durante sua vida as sérias e danosas conseqüências desse terrível mal, chamado bullying.
CONSEQUENCIAS DA SINDROME
As conseqüências para as “vítimas” desse fenômeno são graves e abrangentes, promovendo no âmbito escolar o desinteresse pela escola, o déficit de concentração e aprendizagem, a queda do rendimento, o absentismo e a evasão escolar.
No âmbito da saúde física e emocional, a baixa na resistência imunológica e na auto-estima, o stress, os sintomas psicossomáticos, transtornos psicológicos, a depressão e o suicídio.
AGRESSORES
Para os “agressores”, ocorre o distanciamento e a falta de adaptação aos objetivos escolares, a supervalorização da violência como forma de obtenção de poder, o desenvolvimento de habilidades para futuras condutas delituosas, além da projeção de condutas violentas na vida adulta. Para os “espectadores”, que é a maioria dos alunos, estes podem sentir insegurança, ansiedade, medo e estresse, comprometendo o seu processo socioeducacional.
FERIDA NA ALMA
Este fenômeno comportamental atinge a área mais preciosa, íntima e inviolável do ser, a sua alma. Envolve e vitimiza a criança, na tenra idade escolar, tornando-a refém de ansiedade e de emoções, que interferem negativamente nos seus processos de aprendizagem devido à excessiva mobilização de emoções de medo, de angústia e de raiva reprimida. A forte carga emocional traumática da experiência vivenciada, registrada em seus arquivos de memória, poderá aprisionar sua mente a construções inconscientes de cadeias de pensamentos desorganizados, que interferirão no desenvolvimento da sua autopercepção e auto-estima, comprometendo sua capacidade de auto-superação na vida.
GRAU DE SOFRIMENTO
Dependendo do grau de sofrimento vivido pela criança, ela poderá sentir-se ancorada a construções inconscientes de pensamentos de vingança e de suicídio, ou manifestar determinados tipos de comportamentos agressivos ou violentos, prejudiciais a si mesma e à sociedade, isto se não houver intervenção diagnóstica, preventiva e psicoterápica, além de esforços interdisciplinares conjugados, por toda a comunidade escolar.
TRAGÉDIAS OCORRIDAS.
Nesse sentido podemos citar as recentes tragédias ocorridas em escolas, como por exemplo, Columbine (E.U.A.); Taiuva (SP); Remanso (BA), Carmen de Patagones (ARG) e Red Lake (E.U.A.).
COMO IDENTIFICAR O BULLYING.
Uma das grandes dificuldades para identificar a ocorrência do bullying com um aluno, é exatamente o desconhecimento da existência desse mal, por parte dos pais e de muitos educadores.
Dessa forma, mesmo as vezes, os dintomas estando aparente, com o bullying já estabelecido na pessoa, por desconhecimento, dos pais e educadores, a criança não é reconhecida como sofredora desse terrível mal, que também já está estabelecido no ambiente onde ela estudo.
Então, o primeiro passo, para iniciarmos um combate efetivo a esse fenômeno, é exatamente a divulgação, isto é, a informação da existência desse mal, àquelas pessoas que teriam em tese num primeiro plano, o poder-dever de combater e tomar atitudes para impedir e coibir essa pratica no ambiente escolar.
Essas pessoas que estariam compreendidos assim, no primeiro plano de combate ao bullying no ambiente escolar, seriam os professores, pedagogos orientadores e diretores de escolas.
No segundo plano, estariam os pais a quem caberiam detectar de imediato os sintomas do bullying apresentados por seus filhos e procurar de imediato o tratamento adequado.
Assim, como os pais, também, desconhecem a sintomatologia do bullying, muitas vezes, quando a criança apresenta aqueles problemas desidiosos ao estudos, muitas das vezes, levam a criança ao pediatra, ao psicólogo, ao pesiquiatra, e a criança as vezes, é tratada por estes profissionais com medicamentos alopáticos de maneira completamente errada, que pode complcar ainda mais, os problemas apresentados inicialmente.
O maior problema, é a falta de informações. A sociedade, os pais, os profissionais das escolas, devem serem informados, capacitados a lidar com esse terrível mal chamado Bullying, que é uma forma de violência que está aterrorizando nossas crianças.
Esta forma de violência é de difícil identificação por parte dos familiares e da escola, uma vez que a “vítima” teme denunciar os seus agressores, por medo de sofrer represálias e por vergonha de admitir que está apanhando ou passando por situações humilhantes na escola ou, ainda, por acreditar que não lhe darão o devido crédito.
Sua denúncia ecoaria como uma confissão de fraqueza ou impotência de defesa. Os “agressores” se valem da “lei do silêncio” e do terror que impõem às suas “vítimas”, bem como do receio dos “espectadores”, que temem se transformarem na “próxima vítima”.
Algumas iniciativas bem sucedidas vem sendo implantadas em escolas dos mais diversos países, na tentativa de reduzir esse tipo de comportamento agressivo. De forma pioneira no país, Criamos um programa antibullying, denominado de “Programa PEP - ENSINAR PARA A PAZ, elaborado e desenvolvido por nós e já foi aplicado como modelo, em uma escola de São José do Rio Preto SP. Como resultado, obtivemos índices significativos de redução do comportamento agressivo e expressiva melhora nas relações entre alunos e professores, além de substanciais melhorias no desempenho escolar.
Paralelamente, iniciamos uma pesquisa qualitativa e o resultado dessas pesquisas iniciais, que detectava inicialmente em torno de 26% de vitimização dos alunos das escolas, já no segundo semestre de implantação do programa PEP, diminuiu sensivelmente para apenas 10% dp cometimento dos alunos; e após dois anos, o resultado mostrava que havíamos chegado a patamares perfeitamente toleráveis, com índices de apenas 4% de vitimização dos alunos, acometidos pelo BULLYING..
O “Programa ENSINAR, par a Paz”, desenvolvido e aplicado por mim, pode ser definido como um conjunto de estratégias psicopedagógicas anti-bullying, desenvolvido por Ações no ambiente escolar, envolvendo toda equipe de professores, coordenadores, orientadores e profissionais que militam na escola, onde, em uma primeira fase, há que se preparar esses profissionais, para que estejam aptos a detectar no ambiente escolar, o seugimento desse fenômeno, através de observações personalíssimas no comportamento de cada aluno, e , ante a uma menor aparência do acometimento desses alunos, deve imediatamente ser denunciado a direção da escola, que então, tomará as medidas necessárias e possíveis para elininar o problema detectado.
O que tem acontecido e está acontecendo nas escolas, é que, esse problemas fenomenal, denominado bullying, está sendo interpretado muitas vezes erroneamente pelos professores, que ante a dessidia do aluno, logo imaginam que a criança é portadora de uma certa DA ( dificuldade de aprendizagem ), e muitas vezes, as encaminha ao psicopedagogo clinico, para serem submetidas a avaliações e até, sessões de tratamentos especializados.
Algumas vezes, isso tem acontecido comigo mesmo, e no concultorio, detecto que em vez da criança ser portadora simplesmente de uma DA, o assumto é mais grave, porque o quadro sintomático apresentado pela criança submetida a observação psicopedagógica, é bem mais complexo do que simplesmente um déficit de aprendizagem, concluo então meu relatório detectando que no ambiente escolar está ocorrendo o bullyuing, e aquela criança paciente, estava sendo vitimada pelas maléficas ações do bullying.
É um caso muito sério, pois o bullying, causa todos os sintomas das DAs ( DIFICULDADES DE APRENDIZAGENS), desde uma simples DA, até a DISLEXIA, e o pior, enquanto uma dificuldade de aprendizagem, pode ser tratada e resolvida sem deixar seqüelas, o bullying, não tratado a tempo hábil, com um conjunto de ações específicas praticáveis no consultorio e no ambiente da escola em prol dos alunos, poderá eliminar de vez o problema apresentado pelo alluno, más se não tratado adequadamente, as sequelas perdurará, para o resto da vida, e esses alunos vitimas do bullying, serão pessoas problemáticas , adultos que inclusive tem uma convivência instável na sociedade, podendo até desviar inescrupulosamente para a marginalidade, quando não comete outras barbáries.
O nosso programa ENSINAR PARA A PAZ, pode ser contratado por prefeituras e escolas em geral, para serem implantados e desenvolvido no ambiente escolar da rede municipal de ensino, e que se fundamenta sobre os princípios de solidariedade, tolerância e respeito às diferenças.
O programa de combate ao BULLYING, denominado ENSINAR PARA A PAZ, Recebeu esse nome por dois motivos: o primeiro, porque as escolas, com seus programas educacionais, voltam suas atenções para o aprendizado, ensinando matérias curriculares e se esquecem de implantar um programa dentro da escola, que ensine “ modus operandi de vida”, ou modus vivendi, isto é, modus e princípios comportamentais, ensinando as boas maneiras de viver em coletividade, com escrúpulos e respeitos mútuos.
Acredito tambem que o Viver em Paz, é o maior anseio não só das crianças e das pessoas de um modo geral, más principalmente daquelas que estão envolvidas ou sofrendo a ação do fenômeno bullying no ambiente escolar.
De igual modo, podemos afirmar que também aquelas crianças que sofrem as agressões no ambiente familiar, pelo fato dos pais desconhecerem, os períodos do desenvolvimento psíquico e psicomotoro da criança, e por isso as agridem, xingam, e as vezes as espancam, e por estes atos, acabam criando bloqueios psicológicos, na criança, inibindo o seu pleno desenvolvimento, o que também, já é um começo desse terrível mal, chamado bullying.
Assim, afirmo com absoluta convicção tal como essas crianças vitimadas pelo bullying, também toda a sociedade gostaria de que seus filhos, fossem libertos desse maléfico fenomeno.
O meu programa ENSINAR PARA A PAZ, que dever ser instalado na escola, Envolve toda a comunidade escolar, inclusive os pais e a comunidade onde a escola está inserida.
ESTRATÉGIAS PARA APLICAÇÃO DO PROGRAMA.
Primeiro passo:
As estratégias do programa de combate ao bullying, incluem primeiramente a capacitação de professores, pedagogos, orientadores, supervisores, pessoas que trabalham com crianças, monitores de creches , e demais interessados, para aprenderem a detectar o surgimento do bullying no ambiente escolar.
Essa capacitação, é realizada com uma palestra com todos os agentes envolvidos , que é contratada pela rede de ensino , prefeitura ou empresa, onde os profissionais, tomam conhecimento do fenômeno e também aprendem a detectar a sintomatologia do bullying e o surgimento desse no ambiente escolar e ante a menor aparência, deve imediatamente, comunicar aos superiores, no caso à direção da escola, para providencias cabíveis.
O segundo passo:
seguindo a orientação desse especialista, deve-se organizarem-se para um trabalho em grupo, e depois individualizado com os alunos envolvidos em bullying – visando à inclusão e o fortalecimento da auto-estima das “vítimas” e a canalização da agressividade do “agressor” em ações pro-ativas – bem como o envolvimento de toda escola, os pais e a comunidade em geral.
O terceiro passo:
É a formação entre os alunos de grupos de “alunos solidários” , esses alunos solidários, atuam como “anjos da guarda” daqueles que apresentam dificuldades de relacionamento, dentro e fora da escola.
O quarto passo:,
É necessário também que se possibilite a formação de Grupos de “pais solidários” esses pais solidários tendo disponibilidade de tempo, auxiliam nas brincadeiras do recreio dirigido, junto aos seus filhos e com os “alunos solidários”, visando sempre o bem estar da criança.
O quinto passo:
A escola deve criar um espaço para reunir os alunos e suas famílias, visando a busca e interiorização de valores humanistas, bem como a discussão de “situações-problema” das famílias e de cada grupo-classe, que apresentam problemas, discutem, estudam uma atitude diante das situações apresentadas e buscam soluções conjuntas.
Esses procedimentos são estratégias simples, que visam a educação das emoções, sendo desenvolvidas semanalmente, durante o encontro entre os tutores e professores, e suas turmas.
Podem igualmente serem desenvolvidas ações solidárias em prol de instituições filantrópicas, ou apresentar metas e desejos, como objetivos comuns a serem alcançados pela escola e comunidade.
O que se precisa fazer, é um inter-relacionamento entre a escola e família, em prol daquela criança que necessita de soluções urgentes.
Acreditamos que se existe uma cultura de violência, que se dissemina entre as crianças e pessoas, e principalmente entre os jovens, com certeza, podemos e devemos disseminar uma cultura contraria ‘a violência que é a cultura da paz, e isso só se faz, quando a escola ou as autoridades assumem seu papel social de não apenas apenas aplicando o ensino secularmente denominado como que educação, más sim, educar com objetivos claros que existe uma forma correta de se viver e se comportar no meio social, sem ferir as outras pessoas.
Se conseguirmos plantar nos corações das crianças, JÓVENS E ADULTOS, as sementes da paz – entendidas como : solidariedade, tolerância, respeito ao outro e o amor próprio e fraternal, poderemos vislumbrar uma sociedade mais equilibrada, mais justa e pacífica, dentro de um futuro bem próximo. Construir um mundo de paz é possível, sendo que para isso, devemos primeiramente construí-lo dentro de cada um de nós. Esse é o objetivo maior do programa ensinar para a Paz.
O Programa ESINAR para a Paz, criado por mim, é para ser implantado em todas os estabelecimentos escolares públicos e particulares de todo o país, dependendo apenas das ações firmes dos governos ( prefeitos ), e da vontade política do administrador.
É um programa muito bem elaborado, simples de por em prática e assim, torna-se de fácil adaptação à realidade escolar por mais problemática que esteja a comunidade escolar; e por apresentar resultados positivos num curto espaço de tempo da sua implantação, eliminando por completo a violência do bullying, em todas as suas formas.
Torna-se um programa altamente recomendado, devendo ser contratado pelos governantes e posto em prática imediatamente pelos secretários de educação e dirigentes de escolas em todo país, pois, é fácil observar que, a prefeitura que contrata a implantação desse programa ensinar para a paz, na sua rede municipal de educação, estará tratando as causas originárias da violência social, isto é; a prefeitura estará cuidando da preservação da segurança e da incolumidade pública.
Atualmente, simplesmente com nossas palestras que estamos realizando por todo o país, temos como certeza, que, com estas palestras, estamos promovendo cursos de formação de multiplicadores do Programa PEP, posto que essas palestras denominadas de PALESTRAS DE CAPACITAÇÃO ANTI-BULLYING; atendendo tanto à rede particular de ensino como a rede pública, com fundamentação em Psicopedagogia, Psicanálise e Inteligência Multifocal.
Creio que com estas ações, estamos contribuindo sensivelmente, para que mais pessoas tomem conhecimento do fenômeno e voltem suas atenções para os desvios de condutas e procedimentos agressivos que ocorrem no ambiente escolar e assim, considerando que, a informação é o primeiro caminho para o combate de quaisquer anomalias que apresentam no conjunto social, é de suma importância, o trabalho que estamos realizando.
Em decorrência do contato direto com profissionais de educação, detectamos um dado surpreendente: é expressivo o número de profissionais educadores, professores e pessoas que lidam com crianças, que foram envolvidos pelo fenômeno bullying, quando estudantes ou na sociedade onde viveram, e que ainda trazem consigo de maneira clara as suas trágicas conseqüências, que ‘as vezes, mancham o profissional.
FATOS CRIMINOSOS PRATICADOS POR VITIMAS DO BULLYING.
Podemos citar um fato ocorrido a poucos dias e veiculado em rede nacional pela televisão de todo o país; foi o de uma babá, que estava espancando uma criança e em vês de alimentar a criança, ela da murros e ponta-pés na criança.
Essa babá, com certeza, foi discriminada, foi achincalhada, foi vitima do bullying, no ambiente escolar, ou foi vitima do bullying dentro de sua própria casa, e o resultado, foi o que todos viram, uma criança, ainda bebe, sem nada dever, estava sofrendo aquelas barbaridades, atrocidade cometida por esta babá.
Existe ainda outro caso, onde uma babá foi julgada e condenada a 10 anos de prisão; porque havia espancado tanto uma criança que ela cuidava, que acabou tirando a vitima da inocente criança.
Igualmente vemos, velhinhos, que são espancados, esses velhinhos apanham das pessoas que cuidam deles, isto é sofrem agressões, sem nada dever. Essa pessoal que os maltrata, são sem sombra de dúvidas portadoras do bulliyng em potencial, isso que dizer, elas foram vitimas do bullying quando crianças e agora, elas estão apenas se esvaziando, daquele sofrimento que mantinham guardado dentro de si, isso é o bullying, esse é o problema que queremos tratar e exterminar.
Alguns, sofredores ou vitimas do bullying, encontram essa forma de se esvaziarem, de arrancar de dentro de si, aquele sofrimento de dor que sofreram por agentes do bullyiing, sofrimentos esses, que os mantinham recalcados, corroendo seu interior.
Existem outros tipos de vitimas do bullying, que na tendo essas formas de se extravazar esse sentimento recalcado, estando casado, descontam isso na mulher esposa, olu a mulher, desconta isso no marido, quando isso não acontece , na pessoa dos filhos. Assim, o que temos, são casamentos desfeitos, separações e divórcios, familias destruidas, em fim, o bullying, está causando estrados na nossa sociedade, e as pessoas, muitas delas consideram tudo isso absolutamente normal.
Um dado sério, é que os agentes, acometidos pelo bullying e quando comete essas barbaridades, seja contra membros da família ou contra colegas ou pessoas no ambiente de trabalho, não tem a menor possibilidade de entender suas ações, ou porque está fazendo e praticando aquele ato maléfico.
Um dia esteve em meu escritório de advocacia uma senhora, que desejava a separação, porque estava sofrendo seriamente com as agressões do esposo que a agredia com palavras de baixo calão, chegando a agredi-la fisicamente. Quando intimei o esposo a comparecer no meu escritório e o cientifiquei do que estava acontecendo, ele começou a chorar, isso mesmo , chegou a chorar, dizendo que a amava muito, que ela, a sua esposa, era tudo o que ele tinha de bom e melhor nesta terra; e veja que quadro, que situação, mesmo amando-a profundamente, ele, não entendia porque fazia aquilo com ela. Não é algo interessante ?
Assim, ocorre com as pessoas que são vitimas do bullying. Um dia , aquele sentimento de dor recalcado que são mantidos no seu interior, um dia, ele explode, como se fosse uma represa de água estagnada, explode como uma bomba, e os resultados danosos dos atos que aquela pessoa vai praticar, são imprevisíveis.
CONSTATAÇÃO DO STRESS;
Por constatarmos que as pessoas vitimas do bullyiing, apresentam altos índices do sintoma de stress, entre eles, são pessoas que vivem constantemente estressadas, e assim, por esse motivo, incluí no Programa PEP, o cuidado com a saúde emocional e o controle do stress. Acreditamos que somente as pessoas saudáveis, é que são capazes de educar, crianças saudáveis. Imagina um professore estressado, numa sala de aula, com uma turma onde o bullying já esteja instalado no ambiente escolar, ele vai perder totalmente o controle da situação e vai gerar mais estressados, onde o rendimento escolar do aprendizado do aluno, vai ser praticamente zero.
A minha equipe atua sob supervisão psicopedgógica e é composta por pedagogos e psicólogos.
· Sebastião Ribeiro de Mendonça - Especialista em psicopedagogia Clinica e Institucional, pela UFRRJ; Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha, Mestre em Direito pela UFSC e Doutor em Direito pela WIU – USA; Teólogo pela FATEMG - Faculdade de Teologia de Minas Gerais; Terapeuta Especialista em Reiki e Shiatsu; diretor da UNIVAR - Educação Ciencia e Tecnologia, Pesquisador do fenômeno Bullying, nos ambientes da escola, da família e das empresas . Autor do PACA – PROGRAMA ANTI-COMPORTAMENTO AGRESSIVO e do PeP - Programa Ensinar para a Paz. Conferencista, ministrante de palestras de capacitação de professores. sebastiaorm@hotmail.com Autor do livro : O BULLYING, numa abordagem psicopedagógica. O severo combate para erradicar esse terrível mal do ambiente escolar, familiar e empresarial.
QUESTÕES DE ORDEM
O QUE É O BULLYING ?
BULLYING é um conjunto de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente, adotado por um ou mais alunos contra um ou outros, causando dor, angústia e terrível sofrimento, que fere a alma e o âmago, dessas vítimas, gerando como conseqüências, bloqueios psicológicos, que impedem o desenvolvimento cognitivo do jovem adolescente.
EXISTEM UMA PROPOSTA SÉRIA PARA ERRADICAR ESSE MALÉFICO FENOMENO?
SIM. Com uma proposta séria e objetiva, o programa denominado de PEP – Programa Ensinar para a Paz, criado e elaborado pelo pesquisador e educador brasileiro Prof. Dr. Sebastião Ribeiro de Mendonça, está realizando palestras de capacitação de professores e implantando esse PEP, em escolas da rede municipal de ensino, com excelentes resultados, os alunos estão realmente se desvencilhando de suas praticas de comportamentos agressivos e começando a viver uma ambiente de Paz e companheirismo solidário.
EXISTEM LIVROS QUE ESPLICAM O ASUNTO.
SIM, o Dr. Sebastião R. Mendonça, escreveu o livro Bullying, uma abordagem psicopedagogica que estará sendo lançado em breve. Em uma segunda edição revisada e atualizada por recentes pesquisas, em seu texto apresenta o Bullying como um fenômeno maléfico, que vem sendo tema de preocupação e de interesse das autoridades visando melhorar os meios educacionais e sociais em todo o mundo.
SOBRE ESSE MEU LIVRO:
Embora o livro ofereça um paradigma, apresenta um panorama sobre o problema, o autor revela e analisa pesquisas sobre o Bullying aplicadas entre alunos e destaca a realidade vivida hoje no Brasil, apresentando um programa inédito e extremamente prático a ser utilizado nas escolas, que já vem sendo desenvolvido,com sucesso, em alguns estabelecimentos de ensino. livro que será lançado em breve, denominado Bullying, numa abordagem psicopedagógica, tem como objetivo, despertar as autoridades educacionais, educadores, pais, alunos, governos e a sociedade em geral para o assunto,que muitas vezes ainda se encontra encoberto nas escolas.
Acreditando que uma nova geração, mais pacífica, é possível, o Programa Ensinar para a Paz é fundamentado em valores como a tolerância e a solidariedade, que devem ser estimulados entre os alunos, através do diálogo. O respeito e as relações de cooperação também precisam ser valorizados. Para isso é preciso que haja união e interesse de todos: direção da escola, professores e comunidade.
O Autor
O brasileiro, Sebastião Ribeiro de Mendonça, é especialista em psicopedagogia, clinico e institucional pela UFRJ, é advogado, educador, pesquisador, conferencista e escritor. Desde 1998 vem pesquisando a questão da violência urbana e formação de gangs, voltadas para a delinqüência, e nas escolas, dedicando-se especialmente ao estudo do fenômeno bullying.
Apaixonado pela causa da educação e consciente de que é nos primeiros anos da vida que podem surgir os traumas que se originam na violência sofrida tanto em casa como na escola, o autor enfatiza a necessidade de resgatar a saúde emocional das crianças o mais cedo possível, começando por ensinar os pais, os jovens, educadores em geral, para que sabendo como lidar com o emocional das crianças possam utilizar maneiras e formas de tratamentos que não molestem e nem agrida o psiquismo central da criança, causando aqueles traumas que redundam nas dificuldades de aprendizagem que conhecemos.
Foi assim que, inicialmente, propondo-se com um trabalho voluntário nas escolas, idealizou o programa Ensinar para a Paz - PEP– projeto inteligente, criativo e eficaz, já aplicado em algumas escolas e altamente recomendado em razão dos excelentes e animadores resultados.
Com o tempo, Pretendo criar um curso de pós-graduação em fenômeno bullying com abordagem psicanalítica na prevenção da violência escolar. O autor, ministra cursos de capacitação para uma educação voltada para a paz e palestras e conferências sobre o fenômeno bullying, além de escrever artigos para diversos veículos de comunicação, imprensas escrita, falada e televisada, como recentemente, no programa EPTV COMUNIDADE , que foi posteriormente levado ao ar, em rede nacional pela TV. GLOBO.
PALESTRA PARA CAPACITAÇÃO DOS PROFESSORES
Objetivo: aprender a detectar no ambiente escolar, indícios do BULLYING.
O BULLYING
Por Dr.Sebastião R. de Mendonça - advogado e psicopedagogo.
Bullying. Estranha a presença de uma palavra inglesa no título. É que não se encontrou uma palavra nossa que diga o que “bullying” quer dizer. “Bully” é o valentão. Um tipo que, valendo-se do seu tamanho, agride e intimida seus colegas, crianças ou adolescentes mais fracos que não sabem se defender. Por vezes o “bullying” não se expressa por meio de murros e tapas. Comumente ele se vale da zombaria e do ridículo: um grupinho concorda em transformar uma pessoa em motivo de chacota por meio de apelidos e, com isso, a humilha e a exclui do meio social. Uma vítima de “bullying” jamais é convidada para participar das festinhas, sentindo-se sempre um “ peixe fora d’agua.
“O “bullying” é diferente das brigas que freqüentemente acontecem entre iguais, provocadas por motivos eventuais. Essas brigas acontecem e acabam. O “bullying”, ao contrário, é contínuo, metódico, persistente, não precisa de razões para acontecer. A vítima, ao se preparar para ir à escola, sabe o que a aguarda. O seu desejo é fugir. Mas não pode. E não há nada que possa ser feito para que o “bullying” não aconteça. Informar os professores só pode agravar a sua situação. Misturado com o medo cresce o ódio, o desejo de vingança e as fantasias de destruir os seus agressores , internalizando essas fantasias, que um dia, poderão se transformar em realidade.
Eu fui vítima de “bullying”. Quando me mudei para o Rio de Janeiro e meu pai me matriculou no Colégio Andrews, que era freqüentado pela elite carioca, fui motivo de zombaria por causa do meu sotaque caipira e a forma como me vestia.
Veja o registro de um aluno: a zombaria me enfiou numa grande solidão. Nunca tive amigos. Nunca fui convidado para as festas da “turma”. Sentia-me ridículo. Tinha medo de me aproximar das meninas. O que eu mais desejava era estar longe dos meus colegas.
Ir à escola era um sofrimento diário. Sofria em silêncio. E era inútil que eu falasse com os meus pais. Eles nada poderiam fazer.
Assim, dessa mesma forma, existem muitas crianças sofrendo, caladas, quietas, tristes, cabisbaixa, com pouco rendimento, as vezes com dificuldade de aprendizagem, a professora fica preocupada, os pais igualmente, procuram buscar descobrir o que está acontecendo, jogam a culpa no colégio, na professora, ou dizem que a escola é ruim, reclamam na diretoria, e muitas vezes, sai falando e difamando a escola; más a verdadeira e real causa do baixo rendimento do aluno, permanece encoberta, num invólucro quase quase que impenetrável e de forma sutil e imperceptível, o BULLYING, vai crescendo, fazendo vítimas.
As crianças, ‘as vezes, são submetidas a tratamentos psicopedagógicos e nem sempre apresentam resultados satisfatórios, pois apesar de existirem os bloqueios cognitivos, as causas são completamente diversas das usualmente tratamos e o pior, desconhecidas.
O Bullying, é um problema que precisa ser urgentemente resolvido, pela direção da escola, o colégio Marista, em Varginha, saiu na frente e já realizou essa aula de capacitação.
E para isso, nós estamos aqui, para trazer informação e conhecimento aos professores, sobre como proceder para detectar indícios de existência de BULLYING, na sua escola.
Propomos-nos a realizar nessa escola, uma palestra informativa, objetivando dotar os professores de conhecimentos tais, que possam trabalhar com essas causas maléficas, que perturbam o ambiente escolar inibindo o desenvolvimento cognitivo e bloqueando a capacidade de aprendizagem dos alunos, portanto, esse trabalho de capacitação, requer urgência.
Contrate imediatamente, essa palestra de capacitação. Para saber custos e contratação da palestra, favor solicitar via e-mail diretamente: e-mail: sebastiaorm@hotmail.com
Ou telefonar: 35-91217443 - 35-32144373 - 35-32129222.

